Há tempo se sabe que a leitura faz bem para o ser e cérebro humano. De fato, com o passar das gerações, esqueceu-se o quanto vale esse “bem”. As pessoas se deixam levar por falta de tempo, de paciência ou pela preguiça, ignorando a gigantesca importância de um livro ou jornal em nossas vidas. É claro que elas só agem assim porque não tem ideia de como os telejornais e internet distorcem as informações e deturpam a nossa escrita.
Mais de dois mil livros são publicados por semana no mundo. É impossível que nenhum deles te agrade. Uma manchete de jornal ou revista demora em média cinco minutos para ser lida. Impossível você não ter tempo. Agora a questão da preguiça se resolve usando a inteligência e o bom senso. Horas estudando Língua Portuguesa, estrangeira ou literatura podem ser trocadas por alguns jornais, revistas ou um bom livro brasileiro. O que você prefere?
A leitura tem o poder de abrir portas. Ela garante um bom futuro, seja ele profissional ou psicológico. Como isso ocorre? Quem lê, aumenta seu vocabulário em mais de 40%; Quem lê, melhora drasticamente a sua capacidade de escrita; Quem lê, fica atualizado e consegue discutir facilmente sobre assuntos do cotidiano, os quais sempre caem em provas de concurso e vestibular. Ler estimula o pensamento, a crítica, a construção de seres autônomos.
Uma criança, ao aprender a juntar letras, formar palavras e compreendê-las não faz ideia da magnitude abrangida por esse simples aprendizado. As pessoas têm de perceber que a porta para o sucesso é feita de capacidade crítica, conhecimento, inteligência e informação. Mais importante ainda é ter a perspicácia em notar que a chave para ter acesso a ela é feita de papel e letras. A leitura transforma, cria e realiza sonhos. Quem lê é capaz de tudo.
Pode-se dizer que conscientizar é algo bem diferente de aplicar, não é mesmo? Hoje em dia a palavra consciência é retorcida a favor de diversas assuntos, como por exemplo a ética. Conscientizar as pessoas a serem mais éticas, atualmente é mesmo a solução? Muitos diriam que sim, porém discordar dessa teoria não é lá tão incomum. Isso porque a ética está muito concentrada na consciência das pessoas, não em seu atos.
Qualquer um já andou se perguntando o motivo para a humanidade ser tão desumana, mal educada e interesseira. Isso se dá as inúmeras coisas formadoras de caráter que foram guardadas na mente e não aplicadas no mundo real. Todos querem seres mais éticos, sinceros e caridosos. Por que não começar essa revolução da humanidade arrancando esses conceitos da sua mente e aplicando-os em seu dia-a-dia?
Se a vontade de dar o primeiro passo fosse tão grande quanto de mudar o mundo, os humanos seriam uma raça ética, longe de imperfeições. O que impede essa mudança da grandes proporções é o problema dessa simples solução. Conscientizar não é o modo certo de resolver os problemas, é o modo mais fácil. É preciso traze a ética para os atos do cotidiano, mas esse feito tem de partir da vontade de cada um. Lembre-se que é impossível chegar ao topo sem antes dar o primeiro passo.
Dia 31 de Julho de 1965 em Chipping Sodbury, Grã-Bretanha, nasce Joanne Kathleen Rowling. Essa mulher, hoje mais conhecida como J.K. Rowling, em 1997 tentou publicar seu primeiro livro: Harry Potter e a Pedra Filosofal. Sua obra passou por 12 editoras diferentes, sendo rejeitada por todas elas. Na décima terceira tentativa, a pequena Bloomsbury aceitou publicá-la.
Hoje, treze anos depois, Harry Potter é considerado o maior fenômeno literário de todos os tempos. Já foram vendidos mais de 400 milhões de exemplares pelo mundo, garantindo a conquista de inúmeros prêmios literários ao redor do planeta. Em 1999 J.K. vendeu os direitos de filmagem do primeiro livro da série para a Warner Bros Pictures por 2,2 milhões. Hoje, só o a pré-estréia do sexto filme rendeu mais de 23 milhões. Sua coleção de sete livros tornou-a a mulher mais rica da Grã-Bretanha, superando até a Rainha Elizabeth II.
Pode-se afirmar que a pequena viagem de trem, onde Joanne teve o primeiro relance de seus personagens da série, misturou sonhos com criatividade e um talento imenso, apaixonando diversas pessoas do mundo pela sua escrita. Fico triste ao imaginar o quanto Rowling deve ter sofrido quando teve sua história, escrita com tanto carinho e dedicação, rejeitada doze vezes seguidas. Mas sabe o que me faz sorrir agora? Imaginar o quanto essas doze editoras estão se martirizando até hoje por terem feito aquilo.
Então, se alguém me perguntar o que eu quero ser quando crescer, respondo: quero ser que nem a Tia J, uma pessoa que nunca se deixou abalar pela falta de credibilidade que os outros aplicaram nela; Uma pessoa que não desistiu de seu sonho, até vê-lo virar realidade.
Você acredita em magia? Por favor, não revire os olhos ou pense naquela mágica do tipo coelho-na-cartola. Refiro-me a algo tão simples que chega a ser invisível aos olhos humanos. Por que não considerar todo o ecossistema aqui da Terra como o efeito de uma magia? Você ao menos já se perguntou de onde surgimos? Qual é o nosso propósito ou destino? Que tal se eu te dissesse que todas as respostas a essas perguntas estão na palavra que você provavelmente desacredita? Num mundo criado por mim e resumido em folhas de ofício eu devaneei a seguinte história: A portuguesa Susan Martins faz quinze anos e recebe de presente de seu pai pescador um estonteante colar. O mais inusitado é que o pingente desse objeto é idêntico a sua marca de nascença da nuca. Isso, é claro, não é apenas coincidência, pois esta estranha combinação faz a menina viajar para outro planeta. Festas, amigos novos, escolas novas e alguns garotos irritantemente lindos são só detalhes num mundo em que a população é bruxa, com a magia percorrendo suas veias. Uma população que criou o planeta Terra com o intuito de retirar dali a matéria-prima para todas as suas necessidades mágicas, jamais se preocupando com a autodestruição a cada três mil anos que ali ocorre. Para Susan, ter que esconder sua identidade humana em meio a tantos bruxos será um problema pequeno comparado a descoberta do real motivo dela ter sido mandada até aquele mundo. E talvez o fato de tudo isso levarem-na a executar uma missão completamente proibida só agrave mais as coisas, pois o destino é bem imprevisível. Mas não deixa de ser calculista.
Observação: Gabriela Pedroso, começou a escrever seu livro em 2008 com treze anos de idade. Sua obra, denominada Prisma, já foi registrada na Biblioteca Nacional e ainda não foi publicada.
Sabe, eu quero fazer as minhas malas dois meses antes e ter um motivo para sorrir toda vez que acordar ao riscar mais um dia do meu calendário de contagem regressiva. Quero ficar tão ansiosa que irei pesquisar o possível e o impossível sobre a Inglaterra, descobrindo até qual é a pasta de dente preferida do príncipe William. Quero ter a sensação de que irei explodir ao cantar Mcfly e dançar a hula no meio do avião. Quero chorar feito uma criança quando chegar no aeroporto ao receber um “Welcome to London!” da aeromoça, sorrir feito besta ao subir em um ônibus vermelho de dois andares e ao chegar no hotel, enfiar meu travesseiro de algodão britânico na cara, gritando de felicidade até ficar sem voz.
É claro que vocês, meus lindos pais, não irão sair no prejuízo, pois eu prometo que irei voltar de lá falando mais inglês que a rainha, com o bônus de ter adquirido o sotaque mais sexy do mundo. Prometo que irei me divertir muito, comprovando para vocês que nenhuma montanha-russa da Disney me causaria mais frio na barriga do que uma volta no London Eye. Vou tirar milhões de fotos dos meus piqueniques nos gramados de Cambridge e principalmente das minhas tentativas de fazer um do guardas do palácio de Buckingham dar uma risada. Irei até estudar bastante , tentando aprender um pouco daquela cultura maravilhosa, romântica, branquela e de olhos claros, pois eu adoro culturas, principalmente a dos britânicos.
Acho que vocês, meus pais que tanto amo, sempre se perguntaram que diabos eu quero fazer na Grã-Bretanha, um lugar totalmente adulto; E eu respondo: vocês já choraram ao ver uma foto de uma amiga sua em frente ao London Eye? Vocês já sonharam em querer ver as horas a todo momento só para ter uma desculpa para olhar o Big-Bang? Vocês já pensaram em arrancar um punhado de grama em Oxford para emoldurar depois? Vocês já ficaram autistando na aula de matemática ao se imaginarem num pub da Soho? Vocês já idolatraram tanto uma coleção de livros britânica a ponto de tirar lições de vida dali de dentro? Vocês já escreveram um texto para transmitir aos seus pais o seu amor por um país em que nunca esteve? Pois é, eu já.
E só queria que com isso vocês entendessem a necessidade dos meus pulmões de abrigar o ar gélido da Oxford Street, enquanto meu paladar grita de felicidade pelo copo da Starbucks que poderá chegar em minhas mãos. Sei que vocês irão morre de saudades minhas, mas tenho certeza de que serão recompensados. Ao me abraçarem na área de desembarque do aeroporto, sentirão meus cabelos gelados por terem suportado flocos de neve inglesa de algumas horas atrás e serão contagiados pelo meu sorriso constante, percebendo que todos aqueles meses lhes importunando valeram a pena.
Remexer no passado pode ser bem monótono, mas, nesse caso penso ser intrigante. Ao menos alguém sabe responder se o homem realmente chegou a Lua? Bem, alguns dizem logo de cara que é óbvio, outros, negam. O porquê desta renúncia está nas entrelinhas dos fatos lunáticos da década de 60, época em que ocorria a Guerra Fria, onde os EUA imitava o desenho “O Pink e o Cérebro” ao tentar dominar o mundo. Dizer então que o homem ou melhor: que um americano, ultrapassou mais uma grande barreira, seria o fato perfeito para aumentar a credibilidade do maior produtor de coca-cola do mundo. Eles foram tão apressados em forjar tudo que nem deram importância para pequenos detalhes em suas fotos, como a ausência de estrelas no céu, as sombras em diferentes posições e pegadas no chão. Esses fatos são completamente inaceitáveis, já que as estrelas vistas da Lua deveriam ser mais numerosas, as sombras teriam de ser em uma só direção, já que a única fonte de luz é o Sol e as pegadas nunca ficariam marcadas daquele jeito pela falta de umidade ali. Mas, obviamente, contestar pode se tornar algo difícil, na maioria das vezes aceitar a mentira e dizer “Amo muito tudo isso.”, é bem mais fácil.
O verde me enchia os olhos. Aquela tarde era uma das mais lindas que eu já presenciara e o verde da grama parecia se destacar. Mas talvez aquilo fosse apenas o meu bom humor. Estava feliz, pois mesmo com 16 anos, tinha mudado a minha vida. Não as coisas materiais que a cercam, de tanto valor para os outros, mas sim, a minha personalidade e jeito de pensar, que considero inestimáveis.
Agora me encontrava no parque do Ibirapuera, deitada numa rede que havia pregado entre duas árvores grandes o bastante para oferecer uma fresca sombra. Adorava a idéia de estar ali sozinha e eu nem era anti-social. O porquê disso? Bem, essa foi a grande evolução emocional que mudou minha vida. E nem sempre é preciso quebrar a cara por completo para conseguir esse tipo de coisa, às vezes só umas rachaduras nela já bastam.
Estiquei o pescoço para ver meu nome, Manuela, gravados por mim numa daquelas árvores um tempo atrás. Foi quando um vento bateu no meu rosto, eriçando meus cabelos loiros e me fazendo sorrir, lembrando de como reagia a essas coisas antigamente. Como eu era fútil e nojenta... Eu acordava todos os dias de escola uma hora e meia antes do horário da aula. Não que morasse longe do colégio, ele ficava ao lado da minha casa, acordava cedo assim era para me arrumar. Passava pó-compacto, blush, rímel, lápis de olho, perfume, hidratante e fazia escova para alisar o cabelo. Tudo isso no meu minissalão do banheiro e se depois um ventinho embaraçasse as minhas mechas lisas, eu ficava histérica.
Pensava ser recompensada pelos sorrisos que recebia durante o dia, pois quem não sorriria ao ver uma menina loira, de olhos verdes, cheirosa e discretamente maquiada? A verdade era que eu não me dava conta da falsidade das pessoas, ou dava, mas simplesmente tentava ignorá-la, já que eu era igual.
Viu? Eu te avisei que era nojenta.
Tinha várias garotas que me rodeavam e seguiam pelo pátio, cada uma era chamada por mim de “amiga!”, mas de amigas elas não tinham nada. Esse apelido era só para não confundir os nomes, pois eu não me dava ao trabalho de perguntá-los. Meus segredos contava apenas para uma ruiva, que no dia seguinte já eram de conhecimento da escola inteira. Achava isso um máximo, pois significava que todos queriam saber coisas de mim, todos me adoravam.
E os garotos? Ah, os garotos eram ótimos, brigavam o dia inteiro pela minha atenção. De vez em quando rolava uma briga bem feia, mas, já que eu era o motivo dela, achava muito fofo. Até os professores, todos homens, me adoravam. Eles distribuíam abraços ao me ver, às vezes até esbarravam a mão nos meus seios, mas sabia que se reclamasse seria reprovada, então deixava. Um dia eu estava precisando de nota em matemática e acabei ficando com um deles. Não foi um absurdo, pois ele só tinha 27 anos, gostava mesmo de mim e foram apenas beijos.
Corrigindo: eu era fútil, nojenta e muito inocente. Reagia assim às coisas porque demonstrava ser popular, madura e independente, mas na verdade era solitária e criança. A falta de amizades boas e verdadeiras me afetava demais. E por tanto tempo eu tive que criar uma máscara para esconder esses sentimentos, que me tornei uma pessoa sem escrúpulos. Só que nada dura para sempre e um dia você se enche de fingir ser quem não é.
Foi exatamente isso que aconteceu comigo. Eu estava numa boate para dezoito anos, como sempre, lá pras quatro da manhã de um sábado, com uma caipirinha numa mão e o pescoço de Marquinhos na outra. Marquinhos era meu namorado, o que mais tinha durado, pois estava com ele há duas semanas. Eu o havia escolhido por ser muito lindo e por beijar bem, os detalhes, como o fato de ele ter 22 anos, não fazer nada da vida a não ser surfar e beber, eu tentava ignorar.
– Você tá muito linda, Manu – comentou ele entre um beijo e outro. – E cheirosa também.
– Eu já sabia. – Fui modesta. – Você pode me dar uma carona pra casa? Eu disse pra minha mãe que iria dormir na casa da Jú e, é claro, nem passei lá.
– Posso sim, mas aqui fecha às seis. Você não acha estranho aparecer na sua casa às seis da manha?
– Verdade, nem tinha pensado nisso. Posso ficar na sua casa até às dez?
– Claro, amor.
Obviamente ele tinha segundas intenções, mas eu, como sempre, não reparei.
– Tá com sono? – Marquinhos me perguntou ao abrir a porta da sua casa. – Por que eu to quase dormindo em pé aqui.
– Somos dois – bocejei enquanto ele trancava a porta.
– Então vem. – ele me pegou no colo tão rápido que soltei um gritinho, mas logo em seguida sorri com a fofura daquilo.
Eu disse que estava sendo completamente cavalheiro e lhe dei um pequeno beijo. Bem, essa foi a minha intenção, mas Marquinhos se empolgou e o beijo foi tão longo que quando percebi já estávamos na porta do seu quarto. Fiquei meio assustava, pois, mesmo sempre demonstrando que era madura e adulta, eu ainda era virgem. Tentei sair de seus braços, mas quando finalmente consegui já estava sentada na cama. Ele veio devagar, sorrindo, sem tirar os olhos de mim e começou a me beijar. Pensei que talvez eu estivesse exagerando ao ficar assustada, mas vi que estava certa quando ele apalpou meus seios à procura do zíper.
– Que foi, amor? – perguntou quando me viu recuar com os olhos arregalados.
– Eu não vou fazer isso, só tenho dezesseis anos. – miei.
– Ah, qual é? Todo mundo sabe que você não é nenhuma santinha. – ele tentou me beijar de novo, mas eu desviei o rosto.
– Estou falando sério e por incrível que pareça – Eu hesitei, pensando se deveria mostrar minha verdadeira identidade ou ceder e continuar sendo a Manu invejável de sempre. – ainda sou virgem.
Não agüentava mais, sabia que aquilo ia ser a fofoca do dia seguinte, mas não me importava, não iria perder a virgindade por causa disso. Ela era a única coisa que me pertencia por completo, que só iria deixar de ter quando eu, a verdadeira Manuela, quisesse, e não quando um idiota qualquer pressionasse.
– Está na hora de perder essa vergonha boba, amor – Marquinhos tentava me persuadir. — Tudo tem sua primeira vez. Relaxa, eu não vou te machucar.
– Eu disse não, Marcos. – juntei um pouco de força e o empurrei de cima de mim, fazendo-o cair da cama e perder a paciência.
– Vem cá, quem você pensa que é? – nós dois ficamos de pé – Primeiro você fica dando em cima de mim que nem uma desesperada e agora diz que não quer porque é virgem? Você é só mais uma loira burra que passou pela minha vida e se não quer fazer as minhas vontades, dá o fora daqui!
Com os olhos embaçados de lágrimas raivosas, eu virei as costas e, sem dar uma palavra saí dali. Só me dei ao trabalho de jogar uma pedra e quebrar um dos vidros do carro dele para extravasar o ódio. Fui para casa, pulei o muro, entrei na ponta dos pés e fui direto para o quarto. Meus pais só perceberam que eu já tinha chegado quando desci para jantar. Acabou que nem dormi, fiquei pensando na vida. Foram nessas poucas horas que tudo mudou.
Parecia que eu tinha passado por uma metamorfose. Decidi não mais me maquiar para ir a escola, pois queria arranjar amizades verdadeiras, não aquelas interessadas numa menina bonitinha, porém sem cérebro. A parte do “sem cérebro” eu iria curar prestando atenção nas aulas, pois meus pais não estavam se matando de trabalhar para eu desperdiçar o dinheiro que eles gastavam pagando a escola. Nunca mais iria sair com garotos muito mais velhos, pois eles têm expectativas demais ao meu respeito. E, principalmente, iria ser eu mesma, falar o que penso, agir do jeito que eu quiser, sendo isso agradando meus amigos ou não.
O melhor foi ter descoberto que, com isso tudo eu me tornei uma pessoa melhor, completamente diferente da antiga Manuela, rodeada de gente que me ama de verdade e amadas por mim na medida certa. Ninguém é dono de ninguém, todos têm o direito de fazer o que quiserem e, principalmente, têm o direito de ser feliz.
E eu agora me encontro sentada nessa rede, toda descabelada, de moletom, feliz por me contentar apenas com a minha presença, sem ao menos pensar que necessito de um homem ou amiga ali para me sentir assim: em paz com o universo.
Carioca da gema, desde pequena sempre gostei de demostrar ser diferente dos outros, isso com muita criatividade. Tenho 15 anos e ja escrevi meu primeiro livro, que pretendo publicar aqui após registrá-lo. Mas, para ir aperfeiçoando minha escrita, resolvi criar esse blog para ouvir suas opiniões sobre outros textos que também escrevo. Então: sirva-se.
Said Ravenclaw, "We'll teach those whose intelligence is surest."
Ravenclaw students tend to be clever, witty, intelligent, and knowledgeable. Notable residents include Cho Chang and Padma Patil (objects of Harry and Ron's affections), and Luna Lovegood (daughter of The Quibbler magazine's editor).